Improvisação realizada por Kai Kundrat (tablas, flauta, apitos e viola), Alex Sales (processamento de efeitos KP3), Eufrasio Prates (processamento holofractal em Max/MSP/Jitter) e Rafael Beznos (VJ) como parte do Ciclo de Exposições do FAM 2010, Festival Internacional de Arte e Mídia, patrocinado pela Petrobras (redefam.com.br). Filmagem: Stephane Paula.
20/11/2010
No feriado de segunda feira, dia 15, fizemos algumas brincadeiras de projeção na fachada do Cine Pireneus mesclando conteúdo produzido por artistas locais e conteúdo livre disponibilizado online. Temos mais imagens e vídeos desta ação, e estamos editando no meio da correria para disponibilizar ainda essa semana.
Algumas imagens do espetáculo realizado pelos alunos da COEPI, integrando suas atividades artisticas cotidianas e tradições culturais, como a dança do Catira com cenários virtuais projetados.
Na última foto acima as imagens que realizamos também projeção simultânea em frente ao cinema onde foi realizado o espetáculo, na parede da “Empadão Goiano 2″.
Depois da decepção do ensaio que não aconteceu na quarta-feira por causa da tal reunião de urgência da prefeitura no cinema, fizemos ontem, quinta-feira dia 11/11, ensaio com o pessoal do circo para testar algumas projeções de cena com o material e as idéias que viemos desenvolvendo.
Em um tempo de constantes mudanças é interessante observar as crianças e jovens interagindo com cenários virtuais projetados, um palco que na verdade é uma sala de cinema adaptada, uma sala de cinema que na verdade é um teatro modificado… e a naturalidade como isso se sucede para eles na experiência prática. Teatro multimídia ou cinema expandido? arte e tecnologia, ou simplesmente arte? Como essa molecada vai desenvolver estes diálogos e possibilidades criativas que se tornam possíveis neste momento de aceleração de processamento de dados, informações e sonhos? Acho que ainda teremos muito o que aprender com eles sobre estas teorias todas que tecemos nos pergaminhos intermináveis da academia. E que as fronteiras se dissolvam, cada vez mais, proporcionando a valorização e respeito nas trocas culturais, diversidade com identidade, e cada um traçando seu caminho e sua arte, em sua própria liberdade.